sábado, 12 de outubro de 2013

RENDIMENTO NO TRABALHO

Depois do dever bem cumprido, o laser assume a função de um novo dever.
Digno é o trabalhador do seu salário.
A paz é moeda do trabalho.
A alegria é mensagem da vida.
Trabalha melhor aquele que ama o serviço.
Por isso, a diversão que recompõe a alma e o repouso que refaz o corpo são imposições naturais após as fadigas dos deveres.
Lazer, no entanto, não pode ser entendido como aplicação indébita do tempo na corrente da futilidade.
Mudança de tarefa motiva espairecimento.
Modificação de hábito expressa renovação de movimentos.
A luta, em qualquer lugar, é clima evolutivo como a luz, em toda a parte, é benção da Divina Bondade. 
A flor do trabalho pode ser chamada esperança e o fruto pode ser denominado felicidade.
Não se esfalfe hoje no serviço.
Os séculos são patrimónios dos segundos.
Não se inutilize na paralisia.
A face das rochas enfrenta os milénios.
Com Jesus, aprenda a respeitar o tempo e a valorizar a hora.
O dia convida à realização, enquanto o sol propícia luz, e a noite lhe inspira a mentalização do programa para o dia seguinte, ensejando-lhe o justo descanso.
Observe que o ódio cresce aumentando a correnteza dos crimes.
A indolência convida os corações dilatando as redes do amofinamento.
A imprevidência amplia as possibilidades da desgraça e o cansaço vence o mundo.
Movimente-se no dever e refaça-se no lazer, renovando-se nas tarefas do amor sob a égide do Administrador Compassivo do Mundo, para o rendimento do seu trabalho, compreendendo que "o repouso serve para a reparação das forças do corpo e também é necessário para dar um pouco mais de liberdade à inteligência, a fim de que se eleve da matéria", conforme recomendaram a Allan Kardec os Mensageiros da Verdade.
Retirado do livro - Legado Kardequiano